Estudos indicam que 62% da população deve cair na folia durante o feriado prolongado

Por ser um feriado prolongado e também muito aguardado pelos brasileiros, o Carnaval acaba levando muitas pessoas a viajar e curtir os dias de folga, movimentando a economia de modo geral. Uma pesquisa recente realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais brasileiras, mostra que 62% dos consumidores pretendem cair na folia nos próximos dias.

Segundo o Diretor Vogal do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo(IBEVAR), Cristiano Hossri, os dados indicam que seis entre dez consumidores devem curtir o Carnaval. “Todos os anos há alta aderência à data e às festividades. Esse ano não será diferente e a população se programa para o período”, comenta.

Os dados apontam que 39% dos entrevistados devem sair de suas cidades na data, enquanto 31% aproveitarão as comemorações no próprio lugar onde moram e 20% ficarão em casa. Os locais de hospedagem mais citados são: casa de familiares e amigos (37%), hotéis ou pousadas (28%) e apartamentos, sítios ou casas alugadas (16%).

O gasto médio do consumidor durante o Carnaval deve ser de R$ 633,97. Dentre os produtos mais procurados se destacam as bebidas – como cerveja e drinks (49%), água, sucos ou energéticos (46%) e refrigerantes (42%), além de comidas ou lanches fora de casa (49%) e itens para churrasco (40%). Já fantasias e adereços, foram citados por 28% dos entrevistados.

A pesquisa também demonstra que a empolgação com os gastos do brasileiro no Carnaval, pode comprometer as finanças do brasileiro. “É importante se programar para todas as atividades, seja para viajar, curtir os blocos e as festas ou visitar restaurantes e bares. Apesar de a maioria dos gastos dos foliões estar dentro do orçamento, muitas pessoas podem aproveitar a data mesmo sem ter estipulado um limite de gastos ou ter guardado dinheiro para isso”, avalia Hossri, diretor do IBEVAR.

Números do desemprego sobem

Apesar do gasto médio do brasileiro no carnaval representar um valor alto em comparação ao salário mínimo, o IBGE divulga hoje 27/02, que o desemprego volta a aumentar no país, chegando a 12,% da população ativa, o número representa um acréscimo de 318 mil pessoas entre a população desempregada, aumentando para 12,7 milhões o número total de desempregados no Brasil.

O aumento da população desempregada mostra que o Governo Bolsonaro em parceria com um grupo de empresários das empresas Havan, Polishop, Riachuelo e outras, não estão conseguindo cumprir uma das promessas de campanha, intitulada “Brasil 200”, a qual prometia a criação de 1 milhão de novas vagas de emprego no início do governo do PSL.

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