Em votação relâmpago na Câmara dos Deputados, a Proposta de emenda à Constituição (PEC) 2/2015, foi aprovada por 448 votos no primeiro turno e 453 votos no segundo turno, ontem (26).

A proposta limita o controle de gastos do Governo Bolsonaro para apenas 3% do orçamento, até antes da votação o planalto podia movimentar 7%. Integrantes do próprio PSL votaram a favor da PEC que agora seguirá para analise de Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do Senado, que segundo informações do Estadão se mostra favorável a aprovação da emenda.

Apenas 3 deputados do PSL se posicionaram contra a proposta, sendo eles, Luiz Bragança (PSL-RJ), Joice Hasselmann (PSL-SP), Bia Kicis (PSL-DF). O “engessamento” dos gastos do governo ocorreu no mesmo dia que Paulo Guedes desistiu de ir a Câmara dos Deputados debater sobre a reforma da previdência, o ministro enviou técnicos em seu lugar.

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