A Procuradoria Geral da República (PGR) e o Ministério Público Federal (MPF), informaram, hoje (12) pelo Twitter, através de nota, desconhecer referências sobre Dias Toffoli nas planilhas de propinas da Odebrecht, contrariando informação noticiada por Estadão, O Antagonista, Folha de São Paulo e Crusoé.

Segundo os veículos de comunicação supracitados, Marcelo Odebrecht em delação enviada a Policia Federal (PF), supostamente diz que o apelido ‘amigo do amigo de meu pai’, que aparecem em e-mails trocados entre Odebrecht e diretores da empresa, se refere ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli. A delação faz parte de um acordo entre Odebrecht e a PGR.

Confira trecho do documento da PGR:

“Ao contrário do que afirma o site O Antagonista, a Procuradoria-Geral da República (PGR) não recebeu nem da Força-Tarefa Lava Jato no Paraná e nem do delegado que preside o inquérito 1365/2015 qualquer informação que teria sido entregue pelo colaborador Marcelo Odebrecht em que ele afirma que a descrição ‘amigo do amigo de meu pai’ refere-se ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.”

Confira a nota de esclarecimento do MPF na íntegra:

Confira a publicação do Estadão no twitter, informando sobre o envolvimento de Toffoli:

Confira na integra a delação de Odebrecht aqui, documento é tido como sigiloso

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