Um prédio localizado no principal ponto financeiro de São Paulo, a Avenida Faria Lima, teve uma de suas salas do terceiro andar usadas como um local para armazenar dinheiro usado para pagar caixa 2 e propina a políticos e agentes públicos da capital paulista.

Segundo o Estadão, cerca de 187 entregas de dinheiro foram efetivadas pela transnacional. Os valores variavam de R$ 120 mil a R$ 1,2 milhão, 57 pessoas estão envolvidas, todas utilizavam codinomes. O Supremo Tribunal Federal (STF) decretou sigilo sob o documento obtido por Estadão.

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