A investigação ligada ao Senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que teve a quebra de sigilo bancário decretada pela Justiça do Rio de Janeiro, a pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), revelou que um assessor ligado ao Vice-presidente Hamilton Mourão, o João Henrique Nascimento de Freitas e atual presidente da Comissão de Anista, pode estar envolvido em corrupção.

De acordo com o Estadão, Freitas integra uma lista de 86 pessoas que são investigadas pelo MPRJ, por ter trabalhado por sete anos como assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O assessor de Mourão é investigado por suposto desvio de dinheiro no gabinete, conhecido como “rachadinha”, nesse esquema, os funcionários devolvem parte dos salários aos empregadores.

Recentemente, Flávio Bolsonaro criticou as investigações, chamou de irregular e pediu o arquivamento.

* Texto da matéria corrigido as 9:48h.

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