O Ministério da Agricultura autorizou, hoje (21), a liberação de mais 31 agrotóxicos, somando 169 em 2019. No último ano da gestão de Temer foram aprovados 450 pesticidas.

Para autorizar o registro, são feitas análises de eficácia no controle de pragas, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) avalia os riscos à saúde humana e o IBAMA avalia os riscos ambientais.

Segundo o G1, dos 31 agrotóxicos registrados nesta terça-feira, 29 são produtos técnicos equivalentes, ou seja, reproduções de princípios ativos já autorizados, sendo três do polêmico glifosato, associado a um tipo de câncer em processos bilionários nos Estados Unidos.

Nos três primeiros meses de 2019, segundo estimativa de associações de apicultura, meio bilhão de abelhas, essenciais para a manutenção do equilíbrio ambiental, foram encontradas mortas no Brasil por causa do uso de agrotóxicos.

Apesar dos danos, o uso de pesticidas é justificado, pelas partes envolvidas, como forma de maximizar a produção alimentar, com o objetivo de alimentar uma população cada vez maior e lucrar.

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