Em entrevista ao Estadão, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse que é necessário aprovar as “reformas necessárias” ou o país vai para o “colapso social”. Maia ainda afirmou que, os partidos hoje atacados pela base de eleitores pró-governo, podem entrar “para a história” como os que “salvaram” o Brasil.

O deputado criticou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, por chamar as universidades para o conflito ao dizer que era corte e depois contingenciamento e por atacar a bancada do Rio de Janeiro (Alerj), em referência ao vídeo publicado por Weintraub criticando o contingenciamento de verbas para a restauração do Museu Nacional.

Quando indagado sobre as críticas à “velha política”, feitas por Bolsonaro, Maia disse que o presidente irá compreender que todos os deputados querem ajudar, “cada um com seu ponto de vista” e afirmou ter certeza que a reforma da previdência será aprovada.

Na sexta feira, o deputado publicou em rede social que a nova previdência é “um ponto de partida para que o Brasil possa mudar uma realidade tão dura e injusta para a maioria da nossa população”.

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