A mais recente confusão de informação envolvendo o governo recai sobre o Ministério da Educação (MEC), que está tutelado pelo ministro Abraham Weintraub, que desmentiu, pelo Twitter, as informações repassadas pelo secretário de Educação Superior, Arnaldo Barbosa, sobre cobranças em universidades federais.

No entanto, o Ler Agora apurou que um plano de cobrança foi elaborado e diante da repercussão negativa foi abortado por hora. O tema deve ser finalmente definido em reunião no dia 18, na qual participará o presidente Jair Bolsonaro.

O Portal Nacional da Educação (PNE), divulgou no dia 13 os valores das supostas mensalidades, os estudantes que o tiverem soldo familiar superior a três salários mínimos (R$ 2.994), serão obrigados a pagar para cursar a universidade.

Mas, dois dias após publicar os valores, o PNE voltou atrás pois “publicou uma matéria equivocada”. “Não há privatização alguma. Teremos um modelo modernos que nos aproximará da Europa”.

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