A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, se manifestou sobre o episódio em que o presidente Jair Bolsonaro diz saber o destino de Fernando Cruz, desaparecido na ditadura militar e pai de Felipe Cruz, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Pouco depois, ela criticou o ministro da Justiça, Sérgio Moro, por não ir “a público responder às denúncias”, em referência a Vaja Jato.

A deputada reclamou em rede social, nesta segunda-feira (29), que a declaração torna o presidente “réu confesso” e “cúmplice” do desaparecimento de Fernando, que foi preso por militares do DOI-CODI-RJ, em 1974. “Bolsonaro sabe como foi o desaparecimento do pai do presidente da OAB, sabe de um crime e não tomou nenhuma providência? Isso é corresponsabilidade. Bolsonaro é cúmplice e, a partir de hoje, réu confesso”.

No embalo das críticas, a deputada mandou Moro “sair do Twitter” e ir a público, “dê uma entrevista coletiva e responda às inúmeras denúncias que têm a seu respeito. Explique a sociedade brasileira a interferência criminosa que fez no processo eleitoral de 2018, que te beneficiou e levou um bandido a presidência da república”.

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