O deputado estadual, Rodrigo Amorim (PSL-RJ), disse na assembleia legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que foi recebido a tiros ao visitar o “Bar do Osmar”, na última quarta-feira. O local, conhecido por ser um reduto da esquerda, estava fechado no dia e só funciona de quinta a domingo. Sem apresentar provas, ou levar a polícia para averiguar a suposta situação, o deputado afirmou que foi sozinho ao local para tentar “impedir um maconhaço”.

O filho do dono do estabelecimento, Omar Monteiro Junior, criticou as falsas acusações do político e pediu respeito ao “poder que o povo te deu e respeite essa casa, e mais, nos respeite. Pois somos cidadãos, empresários e tão dignos quanto você, e não aceitamos você usando dinheiro público para espalhar mentiras sobre nós muito menos sobre a competência da Polícia Militar”.

O deputado em questão é cotado para se candidatar a prefeitura do Rio de Janeiro, e o responsável por quebrar a placa de rua em homenagem a Marielle Franco durante a eleição presidencial em 2018.

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